Ao contrário do que muitos pensam, a comunicação não acontece somente quando falamos, estabelecemos um diálogo ou redigimos um texto, ela se faz presente em todos (ou quase todos) os momentos.
Comunicamos-nos com nossos amigos, com o livro que lemos, com a revista, com os documentos que manuseamos, através de nossos gestos, ações, até mesmo através de um beijo de “boa noite”.
Ao observarmos a máquina em sua consepção visual, notamos a presença da função referencial denotativa, a máquina esta inscrita nela mesma, de maneira direta, sem metáforas ou intervenções. Existe o privilégio justamente do referente da mensagem, a máquina, buscando transmitir informações objetivas sobre ela. Por Exemplo. Uma aparência tecnológica, com design diferenciado.
Existe também a presença da função conativa. A causa é a intenção de persuadir e/ou seduzir a quem observa a máquina, buscando fazer com que ele se envolva com o conteúdo transmitido visualmente, levando-o a uma ação, um comportamento.
Não esquecendo das funções metalinguistica e poética, ambas com menor predominância. Metaliguistica, pois como foi citado no primeiro prarágrafo, a máquina, no caso o referente, esta voltada para ela mesma. E poética, pela figura inovadora e imprevista qua a máquina pode representar. Ou até mesmo através das combinações sonoras ou rítmicas que ela pode vir a fazer. Por exemplo. Ao apertar um botão. Podendo despertar no observador o prazer estético e a surpresa.